Sim, considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor, por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo, para o conhecer, e o poder da sua ressurreição, e a comunhão dos seus sofrimentos, conformando-me com ele na sua morte. Irmão, quanto a mim não julgo havê-lo alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que adiante de mim estão, prossigo para o alvo para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.
Filipenses 3. 8,10,13 e 14
Aceitamos a Jesus, convidamo-lo para vir morar dentro de nossos corações, e Ele aceitou-nos e deu-nos o Espírito Santo como garantia de nossa salvação, penso. E agora? Agora é brilharmos a luz de Cristo, parecermos cada vez mais com Ele. Mas, o que tem sido mais importante para nós? Quais são nossas prioridades? O que tenho e devo considerar como menor, refugo, para Cristo estar em primeiro lugar? Paulo disse: TUDO. Paulo diz que aí conheceremos o poder da ressurreição de Cristo. Será que como cristão, conheço, tenho conhecido, sei calcular a dimensão do poder que a ressurreição de Cristo liberou? Penso que para chegarmos a esse entendimento e usufruirmos desse poder precisamos libertarmo-nos de todas as amarras, coisas (afinal Deus é Espírito) do presente que se colocam como obstáculo a estarmos com os olhos fixos em Deus, mas também nos desvencilhar das tristezas, erros e coisas do passado.
#
Gratidão:
(Agradecer
nos faz lembrar das coisas boas que têm ocorrido em nossas vidas.
Bons pensamentos nos animam e ânimo é a chave da vitória)
Muito
obrigada, Pai, porque o passado passa e fica para trás.
#Testemunho:
Estou
dando aulas numa escola confessional, ministro o conteúdo de
filosofia para os segundos e terceiros anos do ensino médio. Não
tem sido fácil. Há muitos alunos bons, inteligentes, educados,
entretanto, existe uma minoria, minoria mesmo, que é arrogante,
irresposnsável, desrespeitosa, grosseira. Atrapalham minha aula e
me deixam extenuada e deprimida ao final de meros 50 minutos. Sabia
que precisava de auxílio divino. Oro todos os dias, leio a Bíblia
todos os dias, vou a igreja todos os domingos, mas eu precisava de
uma dose extra da palavra de Deus, um estudo específico que agisse
como um bálsamo sobre meu problema. Achei tudo isso no livro que
indico logo abaixo. Nele, estou compreendendo melhor a questão da
graça, sobre não me esforçar e sim receber, não fazer por mim
mesma, mas deixar Deus fazer a parte d'Ele e seguir as indicações
suaves do Espírito Santo, descansar. Resultado: tenho obtido mais
êxito na aula com esses alunos grosseiros. Antes de começar a
aula digo: Senhor, dá-me graça! Não esforço-me como se lutasse
boxe para dar uma boa aula, apenas mais calmamente deixo a aula
fluir. Tenho um cronograma, claro, mas não luto para ministrá-lo,
deixo Deus me ajudar a concluí-lo. Estou mais feliz. Aleluia!
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Sugestão de leitura:
“Se
não fosse pela graça” de
Joyce Meyer.
Atualíssima quinta-feira a todos.
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