Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia mas de poder, de amor e de moderação. I Timóteo 1.7
A covardia é o medo que paraliza. O corajoso também tem medo, mas o enfrente e age apesar do medo. Deus disse para não termos medo porque Ele está sempre conosco. E mais, Deus tem nos dado, conforme o versículo, espírito de poder: para não temermos e fazermos coisas grandiosas; de amor: para saber a quem fazer - a nós mesmos como aos outros -; e, espírito de moderação: para não sermos exagerados, mas equlibrados.
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Gratidão:
(Agradecer
nos faz lembrar das coisas boas que têm ocorrido em nossas vidas.
Bons pensamentos nos animam e ânimo é a chave da vitória)
Glórias
a Ti, Senhor, pelos ipês verde, pela inebriante beleza da natureza, por toda essa rica aleatoriedade que traduz a tua divindade para minha humilde humanidade, para minha percepção finita que se embriaga e sucumbe ao teu amor infindo.
Estou
dando aulas numa escola confessional, ministro o conteúdo de
filosofia para os segundos e terceiros anos do ensino médio. Não
tem sido fácil. Há muitos alunos bons, inteligentes, educados,
entretanto, existe uma minoria, minoria mesmo, que é arrogante,
irresposnsável, desrespeitosa, grosseira. Atrapalham minha aula e
me deixam extenuada e deprimida ao final de meros 50 minutos. Sabia
que precisava de auxílio divino. Oro todos os dias, leio a Bíblia
todos os dias, vou a igreja todos os domingos, mas eu precisava de
uma dose extra da palavra de Deus, um estudo específico que agisse
como um bálsamo sobre meu problema. Achei tudo isso no livro que
indico logo abaixo. Nele, estou compreendendo melhor a questão da
graça, sobre não me esforçar e sim receber, não fazer por mim
mesma, mas deixar Deus fazer a parte d'Ele e seguir as indicações
suaves do Espírito Santo, descansar. Resultado: tenho obtido mais
êxito na aula com esses alunos grosseiros. Antes de começar a
aula digo: Senhor, dá-me graça! Não esforço-me como se lutasse
boxe para dar uma boa aula, apenas mais calmamente deixo a aula
fluir. Tenho um cronograma, claro, mas não luto para ministrá-lo,
deixo Deus me ajudar a concluí-lo. Estou mais feliz. Aleluia!
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Sugestão de leitura:
“Se
não fosse pela graça” de
Joyce Meyer.
Inexplicavelmente encantadora quinta-feira a todos.